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18/11/19

Ter filhos é bom... para o planeta


Como sabemos os filhos e os netos transformam a nossa vida. Aprendemos isso quando decidimos ter filhos.
Cada criança que vem a este mundo cria dessa forma uma  família ou integra-se nela, seja de que tipo for: monoparental, reconstituída, adoptiva, etc. e seja qual for o processo de procriação.
São os filhos que definem a família.
As motivações que levam uma pessoa a ter filhos são as mais diversas. Poderá mesmo  não ter havido motivação. (1)
Por outro lado sabemos que o envelhecimento da população é um factor extremamente importante para o problema da sustentabilidade  dos diversos sistemas sociais.
"Em cerca de cinco décadas o número de nascimentos em Portugal caiu para menos de metade.
…Em 1982, o número médio de filhos por mulher caiu abaixo de 2,1, considerado o limite da substituição de gerações.
Na década seguinte, em 1994, esse indicador ficou, pela primeira vez, abaixo de 1,5 filhos por mulher, valor que é considerado crítico para a sustentabilidade de qualquer população, inviabilizando uma recuperação das gerações no futuro se tal nível se mantiver durante um longo período." (Fundação Francisco Manuel dos Santos, Nascer em Portugal)

As razões que levaram a esta situação são as mais diversas. Porém aquilo que pensávamos que podia ser um problema é visto de outro modo  por alguns investigadores.
Sarah Harper, gerontóloga da Universidade de Oxford , defende que afinal a diminuição da natalidade não é um problema e não há motivo para alarme ... Pode até ser bom.

Porém o que eu não sabia é que  uma das razões para não ter filhos pudesse ser o aquecimento global e  as alterações climáticas. (1, 2, 3, 4)
Corinne Maier,  psicanalista, defende que “Ter filhos sai caro, mata o desejo no casal, impede a mãe de ter uma carreira bem sucedida e, para além disso... há demasiadas crianças na Terra.
Há também o movimento  GINK (green inclination no kids - inclinação verde não aos filhos) que defende que a pegada ecológica ou pegada de carbono de uma  criança é muito grande e por isso é melhor para o planeta não ter filhos. (Justine Canonne, "Faire un enfant, c'est mauvais pour la planète...", le cercle psy, nº34, pgs. 28 e 29)
Cada um é livre de pensar e expressar o que quiser mas qual a importância da pegada ecológica de uma criança  que vem a este mundo?
Todos queremos  ambiente saudável, é necessário fazer tudo para reduzir a poluição – o que não deve ser confundido com alterações climáticas – mas isso não pode ser posto em alternativa a não ter filhos.
E interrogo-me sobre que mundo será o nosso sem filhos e sem crianças
Se como dizia Pessoa o melhor do mundo são as crianças, essa é a única maneira de ter um planeta melhor. Um futuro melhor. Nelas está a esperança de podermos ter um Mozart, Beethoven, Freud, cientistas, artistas, … seres humanos que transformem o mundo que temos num mundo mais belo e mais humano.
E nenhuma criança  tira o lugar  a outra. Cada um de nós, cada um dos nosso filhos e netos, como ser único que é, tem um papel a desempenhar no mundo.
E chegámos aqui. Com a emergência climática – que para alguns não passa de uma invenção - o homem quer controlar o clima   nem que para isso seja necessário abdicar de ter filhos
As crianças são muito mais do que pegada ecológica e origem de mal-estar.
As crianças, os filhos, são de facto um milagre de amor e algo de transcendente na vida das famílias que as coloca num futuro aberto e promissor para a humanidade que não cabe nestas mesquinhas concepções climáticas.




23/09/19

Verdete 4 - "Uma mentira conveniente" , "A maior mentira do sec. XXI"







Verdete 3 - uma questão de pulmões


Mudanças climáticas? Claro! É um pleonasmo! Camões já tinha "descoberto" que "o mundo é composto de mudança".  No clima e no resto. É o truísmo mais na moda e mais cretino destes tempos que vivemos.

É verdade que o verde vai sendo dizimado pelos incêndios, periodicamente, e um pouco por todo o lado. Mas neste espantoso mundo insano, que descobriu agora as mudanças climáticas, mais devastador que os incêndios e o negro que daí resulta é o verde, por fora, que afinal é de outra cor, por dentro,  que pouco tem a ver com os incêndios, como escreve J. Rentes de Carvalho:  "E assim o verde, que era a cor da alegria e da esperança, se mudou no vermelho do passado: a cor da repressão, do extermínio dos opositores, do Gulag, dos campos de concentração. É agora a bandeira da sociedade que se anuncia: dividida em bons e maus, os que seguem e os que se opõem, todos espiados e controlados por um governo que tudo pode, em tudo manda, tudo determina." Bilhetes (74)

Não estão preocupados com o verde da mudança do mundo à medida que as estações do ano passam, como cantava Camões, mas com a confusão instalada à volta de Bolsonaro/Macron em que interessa apenas apontar o dedo ao que elegeram como responsável pela destruição do "pulmão do planeta".
Um verde demagógico, totalitário e perigoso, cresce como o mato um pouco por todo o lado. Um verde transformado em  pulmão do planeta, que esquece outros pulmões de que não interessa falar. Basta consultar o Google para constatar a enorme quantidade de pulmões verdes que existem, foram construídos ou vão ser.

A Amazónia tem sido instrumentalizada para esse efeito. No entanto, parece que não é bem como o senso comum e quem o instrumentaliza diz que é, como os OCS e designadamente as ONGs, que são aos milhares -  "15.900 ONGs atuam na Amazônia. Maior parte delas, dedicada à religião".

Se há matéria em que era melhor cada um ver-se ao espelho é esta. Não para o autoconvencimento do "espelho meu há alguém mais verde do que eu?" mas para se interrogar sobre os comportamentos e as atitudes relativas ao ambiente, dos que comem hamburgers aos que adoram soja ainda que transgénica.

Os equívocos que propositadamente têm sido propalados, sem a menor reflexão crítica, estão em todo o lado. Um dos mais inflacionados é o dos "pulmões".
A Amazónia é o "pulmão" do mundo, mas está longe de ser a maior floresta global. Praticamente apenas falam da Amazónia do Brasil porque afinal há incêndios também nos outro territórios: Esta região inclui territórios pertencentes a nove nações. A maioria das florestas está contida dentro do Brasil, com 60% da floresta, seguida pelo Peru com 13% e com partes menores na Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e França (Guiana Francesa). Estados ou departamentos de quatro nações vizinhas do Brasil têm o nome de Amazonas por isso.
Também pouco lhes interessa o que arde por todo o mundo: De Angola à Sibéria. O que arde no mundo além da Amazónia?
Desconhecido e quase intacto: este é o segundo pulmão verde do planeta : "Em um laboratório criado na floresta, uma jovem geração de pesquisadores florestais lança luz sobre os imensos segredos da Bacia do Congo, um lugar essencial para o clima e a biodiversidade."

Entretanto vão nascendo pulmões por todo o lado. Basta consultar o Google para constatar a enorme quantidade de pulmões verdes que estão construídos ou que estão em vias de o ser:
...



Feliz Outono 2019 !

https://www.google.com/logos/doodles/2019/fall-2019-northern-hemisphere-4762325427945472-l.png
Happy Fall 2019!




































11/09/19

Verdete 2 - as profecias

Mais uma vez, com um grande agradecimento ao J. Rentes de Carvalho.

"Bilhetes (88)


Não há dia sem susto. Ou se começa já já a investir 1,6 biliões (quantos zeros?) de euros ou em 2030 a Terra torna-se um gigantesco charco e aos pobres que já conta serão acrescentados 100 milhões. Essa profecia vem da GCA (Global Commission Adaptation) e está nos jornais de hoje.
De qualquer modo, o calor, a seca e as inundações continuarão a causar prejuízos de 73 mil milhões de dólares, e como o volume da chuva que agora cai só se esperava daqui a cinquenta anos, o melhor é tomar precauções. E assim, para discutir o clima e a urgência das medidas a tomar, no dia 20 de Outubro vão reunir-se em Amsterdam entre quinhentos e mil cientistas e líderes mundiais.
Estou ansioso pelo resultado. Como em 2030 festejarei o meu centenário, espero voltar aqui para anunciar que os cientistas e os líderes mundiais reconsideraram as profecias de 2019, e que tudo vai ser pior, mais trágico, dos pobres só restam os indispensáveis para servir os ricos."

08/09/19

Verdete

Por estes dias em que o verdete tomou conta da campanha eleitoral e dos programas de praticamente todos os partidos, vale a pena voltar a ouvir o Prof . Luiz  C. Molion que há muitos anos vem lutando contra a "teoria" do aquecimento global devido à acção do homem. 



Eu não sei desta matéria mas Luiz Molion, Ricardo Felício, Delgado Domingos, Rui Gonçalo Moura, que tenho referido neste blogue, devem saber alguma coisa...

06/07/19

"Mitos climáticos" 13


Clima, narcisismo e educação parental

O narcisismo está presente na nossa vida, faz parte do nosso desenvolvimento e quando equilibrado dá-nos uma imagem positiva através dos outros. Mas em excesso ele é perturbador.

Freeman Dyson, físico famoso, citado por Rentes de Carvalho, refere, em entrevista, o seguinte
- É interessante notar – diz o jornalista – que muitos (cientistas) cépticos acerca do aquecimento global são pessoas idosas. Porque será?
Dyson permanece calado alguns segundos, o seu olhar preso no do interlocutor:
- Os cientistas idosos são financeiramente independentes e podem falar com toda a liberdade… Fora de dúvida existe um lobby do clima. Há um vasto número de cientistas que ganha dinheiro assustando o público. Não digo que o façam conscientemente, mas é facto que muitos rendimentos provêm desse medo.
O presidente Eisenhower disse um dia que o poder dos militares em determinado momento se torna perigoso, pois é tão grande. O mesmo se constata com o lobby do clima: com o poder de que dispõe torna-se perigoso
Esta separação entre idosos cépticos e jovens defensores do aquecimento global parece ter associadas a culpabilização dos pais e antepassados, por terem estragado o planeta que vão deixar aos vindouros, um planeta em ruínas e sem conserto, e a autoflagelação, dado que os jovens são o ideal que esperávamos de nós próprios, eles são a consciência que nos faltou. Não fomos capazes de lhes transmitir uma sociedade perfeita, uma educação perfeita, um clima perfeito e somos culpados de produzir CO2 em excesso...
Fazemos tudo para que nada lhes falte, das necessidades mais básicas à gestão de expectativas de patamares de excelência nas suas profissões que nós não conseguimos para nós próprios.
Toleramos ou apoiamos as manifestações e as faltas às aulas porque eles estão a lutar contra as nossas falhas na educação parental.
Permitimos que faltem ao respeito aos professores e que exerçam bullying e ciberbullying contra os colegas.
Não compreendem nem lhes importa saber como foi possível terem o nível e a qualidade de vida que têm, neste momento, na Europa. Usam a electricidade, o frigorífico, o automóvel, a climatização, as autoestradas, os transportes... como se isso não existisse para o ambiente. *
Não têm qualquer gratidão aos mais velhos que conseguiram uma vida melhor, pelo sofrimento que tiveram com várias guerras, com a criação da Europa como a zona democrática do mundo onde melhor se vive actualmente. **

E nós os mais velhos perguntamos onde é que errámos? O que se passa com os nossos "príncipes" e "princesas" ?
De facto, errámos e erramos quando não lhes dizemos:
Que educação não se faz sem sofrimento, real e simbólico, através da integração na comunidade, de que a linguagem aproxima mas também afasta dos outros;
Que a educação se faz de forma a terem que lidar com limites e também com a frustração;
Que é necessário, por vezes, dizer não;
Quando não se pode diluir a responsabilização individual em relação a droga, álcool e outros comportamentos aditivos, na ideia de que  “não são todos assim ?";
Quando apagamos as relações hierárquicas no interior da família e não respeitamos os lugares e funções diferenciadas de cada um no grupo familiar;
Quando não lhes damos oportunidade de serem críticos das falsas verdades oficiais em que vivemos, como a das alterações climáticas por acção do homem.

___________________
* Usam computadores, telemóveis sofisticados... desde que o lítio venha de outros países...  
** São descartáveis e são um problema social...


02/07/19

"Mitos climáticos" 12


"Alterações climáticas" - Blog "Corta-Fitas", por  Henrique Pereira dos Santos...


«...Hoje, muito mais que declarações de emergência climática por parte de parlamentos (sobre as quais manifesto o mesmo desinteresse que por Greta Thundberg), interessam-me as opções dos consumidores que obrigam as empresas a mudar os seus modelos de negócio, interessam-me as empresas que por opção interna olham seriamente para as melhorias de eficiência do processo produtivo e investem na inovação que responde às necessidades sociais, incluindo as necessidades de mitigação e adaptação climática.
Os Estados, com certeza, têm um papel nesse processo, por exemplo, quando resolvem taxar o trabalho e o capital em detrimento do consumo, ou quando resolvem apoiar a produção em vez de colmatarem falhas de mercado, ou quando confiam ou não confiam nos seus cidadãos.
Na verdade o potencial para os Estados intervirem negativamente na sociedade é muito grande (logo à cabeça, na limitação da liberdade, por terem o monopólio da violência legal, como é bem visível no triste episódio do prédio Coutinho, em que o Estado pretende resolver coercivamente um erro seu, em vez de o resolver por via negocial), mas o potencial para criarem riqueza e soluções novas é muito limitado, muito menor que o potencial da multidão criar riqueza, novidade e soluções, desde que tenha liberdade para empreender e falhar, por sua conta e risco.
A segunda coisa que me distingue de boa parte dos meus amigos é que eu acho normal que pensem de forma diferente da minha e aceito isso, mas muitos deles recusam-se simplesmente a discutir esta divergência essencial, preferindo eliminá-la para não atrasar a transformação social que acham urgente.
E eu acho essa atitude um erro que se pagará caro, se for a atitude dominante sobre o assunto.»

 
"O Verdete da esquerda" -  Blog "Porta da Loja"


«A ecologia é o último refúgio da esquerda totalitária. O trend, a brand destes tempos é a ecologia orientada para a modificação do mundo, desiderato de sempre desse totalitarismo.
A maioria esmagadora dos media segue a onda, a marca, ao ponto de dar crédito a uma rapariguinha de 16 anos cuja formação científica é incipiente e despreza os cientistas experimentados que não seguem a cartilha.
A denúncia deste novo totalitarismo é apresentada no número desta semana da revista francesa Valeurs Actuelles.»
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