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01/09/18
03/08/18
Hoje apetece-me ouvir: Kathia Buniatishvili
Khatia Buniatishvili
Haydn - Concerto para piano e cordas (0:00-17:43)
"... Khatia Buniatishvili coloca o ser humano no centro de sua arte."
Talvez aqui. (15-2--2019)
Haydn - Concerto para piano e cordas (0:00-17:43)
"... Khatia Buniatishvili coloca o ser humano no centro de sua arte."
Talvez aqui. (15-2--2019)
15/07/18
Kodály - Esti dal
Kodály - Esti dal (Evening song)
"Só os melhores professores e só a melhor música deve ser dada às crianças". Kodály
"Só os melhores professores e só a melhor música deve ser dada às crianças". Kodály
07/07/18
Magia na diferença - Gillian Lynne
Referimos aqui - Magia na diferença - Gillian Lynne, a propósito da sua infância: fraco desempenho escolar e instabilidade. Hoje diríamos hiperactividade.
" O dom de Lynne para dançar foi descoberto por um médico. Ela estava com mau desempenho na escola, então sua mãe levou-a ao médico e explicou sobre sua inquietação e falta de foco. Depois
de ouvir tudo o que sua mãe disse, o médico disse a Lynne que precisava
conversar com sua mãe em particular por um momento. Ele ligou o rádio e saiu. Ele então encorajou a mãe a olhar para Lynne, que estava dançando para o rádio. O médico notou que ela era uma dançarina e incentivou a mãe de Lynne a levá-la para a escola de dança." (Daqui)
Faleceu aos 92 anos.
Do seu extraordinário trabalho, um exemplo. Cats é um musical composto por Andrew Lloyd Webber, dirigido por Trevor Nunn e coreografado por Gillian Lynne. Estreou em Londres em 1981 e esteve dezoito anos em cartaz na Broadway. Para realizar esse espectáculo, Llyod Webber musicou uma série de poemas de T. S. Eliot sobre gatos, onde Memory foi a música de maior sucesso.
"O Livro dos Gatos", no original "Old Possum's Book of Pratical Cats", é uma colectânea de curiosos e animados poemas dedicados à psicologia e sociologia felina.
Foram escritos nos anos 30 por T. S. Eliot e incluídos pelo próprio, sob o nome "Old Possum", nas cartas que enviava aos seus afilhados. Em 1939, a editora que tinha o exclusivo da sua obra decidiu reunir e publicar 15 desses poemas sob a forma de livro.
Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura - 5º ano de escolaridade.
Sete mares
Sétima Legião - Sete mares
Pedro Oliveira (voz e guitarra); Rodrigo Leão (baixo e teclas); Nuno Cruz (bateria, percussão); Miguel Teixeira (viola d'arco); Gabriel Gomes (acordeão); Paulo Tato Marinho (gaitas de fole, flautas); Ricardo Camacho (teclas); Paulo Abelho (percussão, samplers); Francisco Ribeiro de Menezes (letras, coros)
21/06/18
Kodály - A música como parte da vida
~
Zoltán Kodály - Dances from Galanta
Zoltán
Kodály (Kodály Zoltán, pronunciado [ˈkodaːj ˈzoltaːn]), 16/12/1882 - 6/3/1967, foi um
compositor, etnomusicólogo, pedagogo, linguista e filósofo húngaro. Conhecido internacionalmente como o criador do Método Kodály.
Zoltán Kodály passou a maior parte de sua infância na cidade de Galánta e compôs as Danças de Galánta, para orquestra (1933), com base na música folclórica desta região. (Wikipedia)
Zoltán Kodály passou a maior parte de sua infância na cidade de Galánta e compôs as Danças de Galánta, para orquestra (1933), com base na música folclórica desta região. (Wikipedia)
25/05/18
Feiticeiros...
... da música.
Screamin' Jay Hawkins
Nina Simone
Katie Melua
Joss Stone
David Gilmore/Mica Paris
I put a spell on you
'Cause you're mine
You better stop the things you do
I ain't lyin'
No I ain't lyin'
You know I can't stand it
You're runnin' around
You know better daddy
I can't stand it cause you put me down
I love ya
I love you
I love you
I love you anyhow
And I don't care
if you don't want me
I'm yours right now
You hear me
I put a spell on you
Because you're mine
19/05/18
09/05/18
Dias da música: Berlioz - A danação de Fausto
Centro Cultural de Belém
27 de Abril 2018 - 21:00 - Grande Auditório.
Hector Berlioz (1803-1869) - A Danação de Fausto.
Aquiles Machado tenor FAUSTO
Philippe Rouillon barítono MEFISTÓFELES
Béatrice Uria-Monzon meio-soprano MARGARIDA
Arnaud Rouillon baixo BRANDER
Frédéric Chaslin direção musical
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Joana Carneiro maestrina titular
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Giovanni Andreoli maestro titular
Pequenos Cantores do Conservatório de Lisboa
Rui Teixeira maestro do coro
Coro Juvenil de Lisboa
Nuno Margarido Lopes maestro do coro
27 de Abril 2018 - 21:00 - Grande Auditório.
Hector Berlioz (1803-1869) - A Danação de Fausto.
Aquiles Machado tenor FAUSTO
Philippe Rouillon barítono MEFISTÓFELES
Béatrice Uria-Monzon meio-soprano MARGARIDA
Arnaud Rouillon baixo BRANDER
Frédéric Chaslin direção musical
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Joana Carneiro maestrina titular
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Giovanni Andreoli maestro titular
Pequenos Cantores do Conservatório de Lisboa
Rui Teixeira maestro do coro
Coro Juvenil de Lisboa
Nuno Margarido Lopes maestro do coro
Na falta da gravação do concerto aqui ficam três exemplos desta música sublime que tive o privilégio de escutar neste extraordinário concerto, no CCB.
Berlioz - A Danação de Fausto - Marcha húngara - Maestro Daniel Barenboim
Berlioz - A Danação de Fausto - D'amour l'ardente flamme - Elina Garanca
Um exército marcha no horizonte. Fausto não compreende porque é que os soldados se entusiasmam tanto com a glória e a fama.
Fausto abandonou Margarida, no entanto a jovem ainda espera por ele
("D'amour l'ardente flamme"). Ela ouve os soldados e estudantes à
distância e recorda-se da primeira noite em que Fausto apareceu na sua
casa. Mas desta vez, ele não está entre a multidão.
Berlioz - A Danação de Fausto - Epílogo
O inferno cai em silêncio depois da chegada de Fausto. Um coro, narra e canta sobre o "mistério do terror". Enquanto isso, Margarida é salva e é acolhida no paraíso.
Fazer e avaliar em vez de desfazer e apagar (2)
A qualidade da educação e do ensino é um dos
principais objectivos da sociedade. Qualquer governo decente deve criar ou
assegurar os instrumentos necessários para atingir esse objectivo tendo em
conta que, numa democracia, não tem sentido impor ideias de forma autocrática.
Nem sempre tem sido assim. De facto, vamos tendo
um pouco de tudo: "paixão pela educação", "escola na sociedade de
classes", educação "cívica" do "homem novo",
metas que viram competências e competências que viram metas, currículos
grandes, currículos pequenos, avaliação de desempenho burocrática, feita pelos
pares, uma das maiores fontes de conflito nas escolas, colocação de
professores, centralizada, com critérios diferentes todos os anos, contagem de
tempo de serviço, que ninguém entende que raio de contagem é...
Apesar de tudo, e isso é o mais importante, o
ensino tem vindo a obter resultados que, graças ao trabalho de alunos,
professores, explicadores e pais, são muito encorajadores.
Nuno Crato dá conta ("Contra argumentos não há factos" - O Observador ) de como algumas alterações na exigência, isto é, na qualidade da educação, levaram a resultados que começaram a ter expressão em provas internacionais como o PISA E TIMSS:
"Relembremos alguns factos. Qual era a
situação relativa do nosso país? No TIMSS, em matemática do 4.º ano, de entre
os países participantes, estávamos no antepenúltimo lugar com 475 pontos.
Atrás de nós, havia apenas a Islândia e o Irão.
No PISA, em 2000, de entre os países
participantes que pertenciam então à OCDE, Portugal ocupava a antepenúltima
posição em ciências e a leitura. Em matemática, só
tinha três países atrás.
A taxa de abandono escolar precoce era 43,6% em
2000. Quer isto dizer que apenas 56,4% dos jovens entre os 18 e os 24 estavam a
estudar ou tinham completado o Secundário. Na União Europeia apenas Malta tinha um resultado pior.
Em 2000, as taxas de reprovação eram
escandalosamente altas. Atingiam cerca de 10% no 4.º ano, 16% no 9.º e 50% no
12.º.
Entretanto, tudo ou quase tudo melhorou. Fruto de um esforço persistente das escolas, dos professores, dos pais e de vários governos, chegámos a 2015 com um panorama totalmente diferente.
No TIMSS, em matemática do 4.º ano, passámos do antepenúltimo lugar para um lugar cimeiro, acima da média, com 36 países atrás de nós. Passámos de 475 para 541 pontos. Passámos à frente da mítica Finlândia!
No PISA, das últimas posições ocupadas em 2000, passámos em 2015 para cima da média da OCDE. Em leitura, subimos de 470 para 498 pontos. Em matemática, progredimos de 454 para 492 pontos. E em ciências, passámos de 459 para 501 pontos.
A taxa de abandono escolar precoce melhorou, descendo dos 43,6% em 2000 para os 28,3% em 2010 e 13,7% em 2015. Passámos à frente da Espanha e da Itália.
As taxas de reprovação também melhoraram. Em 2015, no 4.º, 9.º e 12.º anos, desceram para 2%, 10% e 30%. Ou seja, no 4.º ano, e com a Prova Final da altura, reduziu-se a retenção para quase um quarto do que era; no 9.º e no 12.º, reduziu-se para dois terços do que era."
Crato tinha a sua ideia do que era o sector da educação, desde o tempo do programa televisivo "Plano Inclinado", e apesar de críticas justas de muitos profissionais como, em algumas questões, as de Santana Castilho, teve o mérito de contribuir para a qualidade do ensino.
Entretanto, tudo ou quase tudo melhorou. Fruto de um esforço persistente das escolas, dos professores, dos pais e de vários governos, chegámos a 2015 com um panorama totalmente diferente.
No TIMSS, em matemática do 4.º ano, passámos do antepenúltimo lugar para um lugar cimeiro, acima da média, com 36 países atrás de nós. Passámos de 475 para 541 pontos. Passámos à frente da mítica Finlândia!
No PISA, das últimas posições ocupadas em 2000, passámos em 2015 para cima da média da OCDE. Em leitura, subimos de 470 para 498 pontos. Em matemática, progredimos de 454 para 492 pontos. E em ciências, passámos de 459 para 501 pontos.
A taxa de abandono escolar precoce melhorou, descendo dos 43,6% em 2000 para os 28,3% em 2010 e 13,7% em 2015. Passámos à frente da Espanha e da Itália.
As taxas de reprovação também melhoraram. Em 2015, no 4.º, 9.º e 12.º anos, desceram para 2%, 10% e 30%. Ou seja, no 4.º ano, e com a Prova Final da altura, reduziu-se a retenção para quase um quarto do que era; no 9.º e no 12.º, reduziu-se para dois terços do que era."
Crato tinha a sua ideia do que era o sector da educação, desde o tempo do programa televisivo "Plano Inclinado", e apesar de críticas justas de muitos profissionais como, em algumas questões, as de Santana Castilho, teve o mérito de contribuir para a qualidade do ensino.
Mas o que dizer dos actuais
"funcionários" deste ministério e de alguns dedicados “ajudantes progressistas",
na assembleia da república? Não fazem ideia nem parece que venham a fazer sobre
o futuro da educação, sobre a qualidade da educação, nem que tenham a percepção
do alcance pernicioso que costuma vir da demagogia das medidas que tomam.
A Sociedade Portuguesa de Matemática já veio dar conta dos estragos que estão a ser feitos: "SPM considera, o projeto de decreto-lei Currículo dos Ensinos Básico e Secundário, um passo atrás.
Em suma, a SPM não pode deixar de lamentar
veementemente e de forma pública este intempestivo e progressivo
desmantelamento dos pilares em que se apoia a Escola portuguesa e dos
progressos tão duramente conquistados pelos nossos alunos e respetivas famílias
e escolas – num processo que, se não cessar com brevidade, trará consequências
que levarão décadas a corrigir." ( Rui Cardoso)
Não concordei com muitas medidas de Nuno Crato.
Discordei, por exemplo, quanto à questão do eduquês, cliché que só serve para
mistificar (o falhanço de pedagogias erradas, a desorganização de recursos
humanos, mudanças sistemáticas nos currículos), discordei de Crato quanto à
questão do construtivismo, quanto à questão de falta de relevo dada às artes, e
ainda por insistir nas medidas erradas que vinham do governo anterior, como a
avaliação de desempenho, a prova de acesso à carreira profissional...
Críticas mas também elogios mereceu essa política
educativa e sobre o assunto escrevi, por exemplo, nestes textos:
O que não se esperava era que sob o manto diáfano
da fantasia da "escola na sociedade de classes", a confusão se
instalasse na 5 de Outubro, dando espaço ao apagamento do que de positivo tinha
sido feito, já que na sede da fenprof e para a maioria conveniente da assembleia da
república, não há confusão nenhuma, é tudo "muito simples e muito claro!", como diria António Guterres.
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27/04/18
Fazer e avaliar em vez de desfazer e apagar
![]() |
| Isabel Leiria , "Medidas de Crato apagadas do sistema", Expresso, 21-4-2018. |
Desfazer o que o governo anterior fez, parece ser a actividade política favorita dos governos no poder. É assim na saúde (1), no mapa judiciário (2), nas autarquias (3), na educação.
Andamos de revisão em revisão sem haver motivos fundamentados
para isso. Os benefícios que daí advêm não se conhecem, mas sabe-se que
são, quase sempre, instrumentos eleitoralistas. Reversões,
cativações e apagões são o saldo político negativo de uma governação dita de
esquerda. Nada, portanto,
de estruturante ou que interesse para o futuro.
Na educação, é essa a estratégia deste governo
minoritário, apoiado pela maioria dita
de esquerda no parlamento, como titula o Expresso: “medidas de Crato apagadas do
sistema” .
Obedecendo a ideais, às vezes pessoais, de grupo
ou a ideologias partidárias, impõem-se medidas e terminam-se medidas num
experimentalismo radical, na escola e na sala de aula, como se na escola
houvesse cobaias para "suportar" os desenhos ideológicos de
ditas esquerdas ou ditas direitas.
A educação, a escola, merece mais respeito:
- É necessário ter em conta que o aluno é
pessoa, tem direitos como pessoa e como aluno. O direito à educação, a saber
utilizar ferramentas fundamentais para a vida de cidadão e para a vida
profissional.
- É necessário ter em conta que os professores não
são meros executores de medidas ao gosto dos governos e merecem respeito como qualquer outro profissional. (4)
- É necessário ter em conta os dados da
ciência, as descobertas no campo da neurologia, da psicologia do desenvolvimento e da
aprendizagem.
- É necessário ter em conta as experiências dos outros
países, as boas práticas, mas de forma contextualizada, aqui e agora.
- E necessário fazer avaliações das estratégias
seguidas antes de atirar para o lixo a experiência de vários anos.
- É necessário ter em conta que as reformas na
educação podem levar vários anos, e, portanto, várias legislaturas,
para serem aplicadas e, por isso, se deve pensar em compromissos entre
maiorias diferentes que se vão constituindo.
Ora tudo isto tem sido mais ou menos irrelevante na estratégia do ministério da educação e nas medidas tomadas pela maioria conjuntural dita de esquerda da assembleia da república.
Nada de novo em desfazer ou apagar medidas, uma vez que a dita esquerda sempre
usou o apagamento do que não lhe interessa. Convém até não deixar vestígios de
que há outras formas de pensar e de fazer, com mais eficiência e melhores
resultados. Lamento que algumas dessas medidas tenham sido apagadas, como o caso dos cursos vocacionais, os exames de português e
matemática no 4º e 6 anos, o exame de português no ensino profissional, a
autonomia das escolas na possibilidade de contratação a nível de escola...
A minha vida profissional esteve ligada à
educação, vi entrar e sair ministros e secretários de estado, de que já ninguém
lembra o nome, mas alguns fizeram
muito mal à educação, porque achincalharam os professores, prejudicaram
os alunos e as suas famílias e instabilizaram
o sistema educativo.
Com esta política, a instabilidade continua...
O trabalho que estava a ser feito não era
perfeito mas era mais exigente, correspondia mais às necessidades dos alunos e começava a haver resultados positivos (Programme for International Student Assessment - PISA, Trends in International Mathematics and Science Study- TIMSS).
Avaliar é uma coisa, desfazer e apagar, outra, bem diferente.
Avaliar é uma coisa, desfazer e apagar, outra, bem diferente.
_____________________________________
(1) Na saúde, já não é possível ignorar as condições
miseráveis em que são atendidas crianças doentes, como acontece no Hospital de S. João, no Porto, ou no Hospital de Abrantes…
(2) "Fazer e desfazer" é o título da crónica de M. F. Leite, no Expresso, de sábado passado, a propósito das alterações ao mapa judiciário, feitas pelo ministério da justiça, que foi revisto no governo anterior e parece que vai ser revisto novamente.
(2) "Fazer e desfazer" é o título da crónica de M. F. Leite, no Expresso, de sábado passado, a propósito das alterações ao mapa judiciário, feitas pelo ministério da justiça, que foi revisto no governo anterior e parece que vai ser revisto novamente.
(3) Parece que vai haver reversão da extinção das freguesias... Ao contrário deste populismo, o passo seguinte não seria extinguir alguns concelhos?
(4) 102 agressões a professores em 2016.
(4) 102 agressões a professores em 2016.
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13/04/18
29/03/18
O grande poder do mundo
Bach - Paixão seg. S. Mateus - Coral "O Haupt voll Blut und Wunden"
Oh, cabeça lacerada e ferida,
cheia de dor e escárnio!
Oh, cabeça rodeada, ferida,
por uma coroa de espinhos!
Oh, cabeça outrora adornada
com elevadas honras e presentes,
e agora grandemente ultrajada!
Eu te saúdo!
Tu, nobre rosto,
ante a quem o mundo todo
treme e teme,
De que forma escarram sobre Ti!
Quão lívido te achas!
Quem se encolerizou
de forma tão infame
com a luz sem igual de teus olhos?
cheia de dor e escárnio!
Oh, cabeça rodeada, ferida,
por uma coroa de espinhos!
Oh, cabeça outrora adornada
com elevadas honras e presentes,
e agora grandemente ultrajada!
Eu te saúdo!
Tu, nobre rosto,
ante a quem o mundo todo
treme e teme,
De que forma escarram sobre Ti!
Quão lívido te achas!
Quem se encolerizou
de forma tão infame
com a luz sem igual de teus olhos?
23/03/18
Hoje apetece-me ouvir: Erik Satie
J'ai compris ta détresse
Cher amoureux
Et je cède à tes vœux
Fais de moi ta maîtresse
Loin de nous la sagesse
Plus de tristesse
J'aspire à l'instant précieux
Où nous serons heureux
Je te veux
...
Que ton cœur amoureux
Vient chercher ma caresse
...
Trèbes et Carcassonne
21/03/18
11/03/18
A balada das pessoas felizes
Zaz e G. Lenorman
Há sempre um motivo para te cantar a balada das pessoas felizes
Notre vieille Terre est une étoile
Où toi aussi tu brilles un peu
Je viens te chanter la ballade
La ballade des gens heureux
...
Tu n'a pas de titre ni de grade
Mais tu dis "tu" quand tu parles à dieu
...
Journaliste pour ta première page
Tu peux écrire tout ce que tu veux
On t'offre un titre formidable
La ballade des gens heureux
...
Toi qui a planté un arbre
Dans ton petit jardin de banlieue
...
Il s'endort et tu le regardes
C'est ton enfant il te ressemble un peu
On vient lui chanter la ballade
La ballade des gens heureux
....
Toi la star du haut de ta vague
Descends vers nous, tu verras mieux
...
Roi de la drague et de la rigolade
Rouleur flambeur ou gentil petit vieux
...
Comme un choeur dans une cathédrale
Comme un oiseau qui fait ce qu'il peut
...
08/03/18
Mulher
PENSAMENTO
Sobre a Igualdade - como se isso me prejudicasse, dar aos outros
as mesmas oportunidades e direitos que a mim próprio -
como se isso não fosse indispensável aos meus próprios
direitos que os outros possuam o mesmo.
Walt Whitman, Folhas de erva, p.248
Sobre a Igualdade - como se isso me prejudicasse, dar aos outros
as mesmas oportunidades e direitos que a mim próprio -
como se isso não fosse indispensável aos meus próprios
direitos que os outros possuam o mesmo.
Walt Whitman, Folhas de erva, p.248
04/03/18
Chuva... Chuva...
Zaz - La pluie
A chuva no Domingo, mas neste doce Portugal e em Março
Erik Satie - Sob a chuva
Jorge Palma - A chuva cai
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